Equipe


Amanda Martinez

Sempre ruiva e virginiana, nunca foi fã de         locadora nem de televisão. Esse foi o maior       motivo pelo qual só se aproximou de verdade do cinema lá pelos 16 anos, quando baixou o filme da “menina do cabelo laranja”: Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (Michel Gondry, 2004). Assistiu sem piscar pelo menos cinco vezes seguidas e assim se deixou corromper pelo vício incrível que é assistir filmes – de preferência de madrugada, sozinha e sem sinopses.

O novo hábito se uniu à paixão por música, ao gosto por videoclipes e pela tecnologia, e ela indagou: por que raios não falar todos os dias de algo que junte tudo isso?

Ainda não achou resposta para essa pergunta (felizmente).

Beatriz Couto

Desde pequena, sonhava em ser escritora. E lia, lia muito. Era conhecida por muita gente como “aquela garota que vivia lendo Harry Potter”. De Harry Potter foi pra Senhor dos Anéis e desde então não parou mais. O cinema veio por conta do irmão cinéfilo (daqueles malucos, que reviravam locadoras atrás de filmes raros antes do torrent), e ela se apaixonou tanto que decidiu fazer isso da vida. E como não se apaixonar?

Nerd, feminista, viciada em cozinhar e em comprar acessórios excêntricos (“mas essa cartola é tão linda!”), gosta de pensar no cinema como um lugar onde pode transformar todas as suas maluquices em arte.

   Carol Gonzalez 

Aos 7 anos sua brincadeira preferida era colocar bonequinhos em carrinhos e, com a câmera antiga de sua mãe, filmar um pouco em cada posição criando uma história. Depois assistia ao vídeo inteiro acreditando que tinha feito mágica. Mais pra frente descobriu que podia fazer isso pro resto da vida sem ser apenas uma brincadeira de criança, mas sim como um modo de se comunicar com o mundo. E o nome disso é cinema.

Henrique Bravi

Overde! Amarelo, laranja. Arte… (desenha-pinta-desenha-pinta… hummm… tinta-splash!) Luz, vermelho, te ato (R). Comum ni… ca Ação! Cinema. Cinema. Saía do filme e brincava de super-heroi. Adorava catástrofe, explosão e salvamento. Criava um mundinho e destruía, gostava brincar de Godzila. Ah, e brincar de canibal no acampamento, ficava feliz se conseguisse encontrar todas as cores sem ser pego. E observar e indagar, indagar, indagar o mundo. E a liberdade? O cinema deu essa sensação, esse flash. E a magia? Boa parte pelos efeitos especiais. O cinema é essa caverna sensacional… porque também tem pirotecnia.

Pavla Fuertes

2 kg de Son Cubano e Hector Lavoe.

1/2 pitada de vergonha.

10 unidades de nutella com bolachas e sorvete de baunilha.

1 tonelada do flow do Michael Jackson.

20 garrafas de vinho tinto seco.

Frutos do mar à gosto.

Modo de preparo

Derreta a nutella juntamente com o Son, Lavoe e o flow do Michael Jackson em banho-maria. Bata a bunda enquanto mistura pra dar uma  consistência afro-caribenha à receita. Agregue a pitada de vergonha se quiser. Por último coloque o sorvete e as bolachas.
Deixar descansar em um útero por 9 meses, dar à luz as 10 da manhã (fuso-horário colombiano) no dia 12 de maio de 1889. Acompanhe com as garrafas de vinho e os frutos do mar.

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