Não chore pelo sangue derramado…

Poderíamos falar de qualquer filme do Tarantino nesse post, mas Kill Bill parece ser o mais notável em relação ao tema. São lutas e mais lutas, sem a menor intenção de poupar sangue. Quanto mais jorrar, sujar, espirrar e escorrer, melhor.

É interessante notar que apesar de a história no geral ser uma grande ficção, bem longe da realidade, não foram usados efeitos especiais computadorizados (e, visto que o filme foi lançado em 2003, isso é um grande diferencial). Segundo o Imdb, Tarantino proibiu o uso deles. Profundamente inspirado pelo diretor chinês Chang Cheh – conhecido pelos filmes de artes marciais que fez nos anos 70 -, o homem dos filmes sangrentos quis imitar o método antigo: camisinhas cheias de sangue falso que explodiam com o impacto.

Tal idéia, apesar de simples, deu um certo trabalho. Foram mais de 450 galões de sangue falso usados nos dois primeiros filmes. Além disso, era usado um tipo diferente de sangue para cada situação, escolhidos pelo diretor, como revelou em uma entrevista à revista americana Time: “Eu digo, ‘não quero sangue de filme de terror, ok? Quero sangue de samurai.’ Você não pode jogar essa calda de framboesa pra panqueca numa espada e conseguir que fique bom. Você tem que ter esse tipo especial de sangue que só se vê nos filmes de samurai.”

Quem quiser relembrar a luta da Uma Thurman contra a Gogo e os Crazy 88’s:

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s